Memória Viva 2° Edição, Thadeu José de Moraes e Carlos Nego.


Memória Viva 2° Edição, Thadeu José de Moraes e Carlos Nego.

Projeto Memória Viva primeira edição de Setembro de 2010, homenageados: Thadeu José de Moraes e Carlos Nego Thadeu José de Moraes (11 de junho de 1899 – 25 de junho de 1990). Formou-se em contabilidade pela Fundação Alvares Penteado (FAAP) e trabalhou na empresa Tinturaria e Estamparia de Tecidos Suzano. Foi casado com Augusta Aparecida Carvalho de Moraes, com quem teve quatro filhos: Maria Aparecida, Amadeu José, Ignês Maria e Anna Cecília. Dedicou-se à luta pelo desenvolvimento de Suzano, tendo acompanhado todo processo de emancipação política-administrativa da cidade. Participou da idealização e da construção do então distrito de Suzano. Em1949, presidiou a primeira sessão de instalação da Câmara do novo município, vindo a se eleger vereador e o primeiro presidente da Casa das Leis Suzanense Começou a transformar em realidade o sonho de criar um jornal quando já tinha 62 anos. Em 3 de setembro de 1961, lançou o jornal A Comarca de Suzano, mimeografado. Em sua trajetória foi um colecionador de títulos, recebendo várias homenagens, por ser um cidadão comprometido com a ética, a justiça e a humanidade. Oficialmente declarado Cidadão Suzanense, na Câmara Municipal de Suzano, em abril de 1974. O título o consagrou como filho desta cidade. Sua vida foi definida pelos valores que pregava “Independência, Imparcialidade e Justiça”, que permanecem vivas expressando trabalho da Rede DS de Comunicação e dos projetos sociais do Instituto Thadeu José de Moraes que retratam a história do povo e sua cidade, pois, “uma cidade sem jornal é como um corpo sem alma”. Thadeu José de Moraes viveu e escreveu a história de Suzano inspirando pela magnitude de suas ações e realizações. Carlos Nego (30 de outubro de 1942 – 21 de outubro de 2013) Carlos Cipriano, o Carlos Nego, nasceu em São José do Campos. Veio para Suzano em meados dos anos 70, após aceitar um convite para trabalhar no Fórum de Suzano. Antes disso, foi sósia do ator Luis Gustavo; trabalhou em uma Refinaria de Petróleo em São Sebastião e foi atendente em enfermagem na Santa Casa. Em 17 de julho 1975, Nego entrou pela primeira vez na redação do Diário de Suzano, onde atuou por 35 anos como repórter e colunista esportivo. No início da carreira, ele costumava acompanhar jogos de futebol amador de Suzano e tinha o hábito de escrever, em cartolinas, todos as partidas que iriam ocorrer nos finais de semana. E, ainda, pregava pelas ruas pregando as informações das partidas nos postes da cidade Um dos momentos marcantes na sua carreira de Nego foi como ator. Em 1967, quando o então deputado Benedito Matarazzo, atuante em São José dos Campos, o confundido com o ator Luis Gustado, isso porque o porte físico de ambos era bem parecido. Por causa dessa semelhança, Nego gravou 14 capítulos da novela “O Direito de Nascer”, fazendo uma espécie de “dublê” do ator. Carlos Nego foi casado duas vezes. O segundo casamento foi com Claudia com quem ficou por mais de 30 anos. Deixou duas filhas do primeiro casamento, mais um filho do segundo, além de sete netos e uma bisneta. |Realização| Secretária Municipal de Cultura – Suzano |Produção| Ateliê de Imagens